Duas Vertentes para meu Objetivo

Quando estava voltando do trabalho, hoje, cheguei à uma conclusão: há duas formas de atingir meus objetivos.

1) A primeira forma é trabalhar, economizar, juntar dinheiro e investir de uma maneira moderada-agressiva (no meu ponto de vista). Quando os rendimentos suprirem as despesas mensais, é hora de se aposentar e pensar em outra coisa para fazer além de trabalhar.

É claro que meu objetivo não é simplesmente viver com os meus rendimentos até eu vir a falecer. Meu objetivo é liberar espaço na minha agenda, que hoje é ocupada pelo trabalho, e investir meu esforço e conhecimento em outras coisas, como criação de App’s, canais no YouTube, conteúdo para o blog, criar um negócio rentável, etc.

2) A segunda forma é me demitir agora, tentar criar algo, empreender, quebrar a cara, tentar de novo, tentar mais um pouco, e atingir o sucesso (espero). Conseguir criar algo rentável para poder sustentar meus hábitos e hobbies, sem precisar me preocupar excessivamente com dinheiro, e quanto estou gastando por mês.

E outra conclusão que cheguei é que ninguém fica rico trabalhando para alguém. Lógico que há exceções, porém para a grande parte da população, essa é a verdade absoluta. Uma vez que o Brasil não incentiva o empreendedorismo, a maior parte da população trabalha para alguém, seja aquele empreendedor brasileiro que arriscou tudo o que tinha, e conseguiu, ou aquela empresa estrangeira, que arriscou, conseguiu, e agora expandiu seus negócios à um nível internacional.

Sim, eu sei o que nosso País está com muito dificuldade de gerar emprego e, consequentemente ,aumentar o PIB. Sei que 99% das pessoas dizem que agora não é a hora de arriscar, pois empresas estão falindo diariamente. Mas será mesmo que não é a hora de arriscar? Se a vida coloca um obstáculo em sua direção, como a dificuldade em que o Brasil se encontra, o que você faz? Simplesmente aceita a sua condição? Não… você empreende, você cria, você inova.

Gosto sempre de pensar no caso do Uber. Antes de virem para o Brasil, nosso sistema de transporte  individual (Táxi) era um tanto quanto ineficiente. Melhorou um pouco com a chegada de aplicativos de Taxi, como 99taxis e o Easy Taxi, porém continuou com o serviço, na melhor das hipóteses, mediano. Eis que chegou o Uber, com seu  serviço padronizado, cujos motoristas são treinados para atender da melhor maneira o passageiro, sempre oferecendo água, perguntando se o ar-condicionado está bom, se há preferência de estação de rádio, etc.

Somente depois dessa mudança no atendimento e serviço oferecido que os taxistas viram que precisavam mudar. Foi uma mudança forçada, porém acredito que foi para a melhor. Hoje em dia, quando preciso pegar um táxi, uso tranquilamente esse serviço, pois sei  que a mentalidade da maior parte dos motoristas de táxi está mudando, e, com isso, o atendimento melhorou drasticamente.

Claro que esse é somente um exemplo de como as mudança podem ser boas ou ruins, dependendo de que lado da moeda você está. Mas a dificuldade não deve servir para impedir você de chegar em seus objetivos. O meu é ter dinheiro para sustentar a mim e, um dia, meus filhos. Ter uma qualidade de vida em que o dia possa ser dividido realmente em 8 horas de trabalho, 8 horas de diversão, e 8 horas de sono. Há uma adversidade sobrevoando o Brasil nesse momento, porém a vida é “10% do que acontece com você, e 90% de como você reage”.