EQUIDADE SEM EQUIDADE: A RELAÇÃO DE AMOR E ÓDIO DAS UNIVERSIDADES COM OS HOMENS

Nossos filhos retornam aos campi e nós pagamos eles para aprenderem sobre a vida e para o bem e para o mal eles também vão aprender sobre o amor. Nós podemos recear, entretanto, que a parte do amor é mais provável que seja pelo êxtase e coração partido do que pelo currículo – já que não podemos pensar em Estudos de Gênero (ou Estudos sobre a Mulher) como tendo foco na promoção do amor.

E isso mudou? Já que as mulheres estão superando os homens em todos os níveis acadêmicos e emocionais, a raiva contra a masculinidade dos anos iniciais dos Estudos sobre a Mulher foi substituída por uma preocupação com as dificuldades de iniciação acadêmica e profissional? Os Estudos de Gênero estão ensinando a ambos os sexos compaixão pelo outro?

Respostas: Não. Boas causas geralmente criam burocracias que se tornam mais parte do problema do que uma solução. Como o único homem três vezes membro da diretoria da NOW (National Organization for Women) na cidade de Nova York – No início dos anos 70 – eu vi o mundo mudar de universitárias como grupo minoritário para universitárias como grupo majoritário (57%), mesmo com as universidades ainda dando bolsas de estudo para mulheres como grupos minoritários e pintando os homens como os “opressores patriarcais”. Duas imagens passadas nos dão alguns pontos de referencia:

Em 1972:

Na figura abaixo, eu estou liderando um protesto em apoio á Greve das Mulheres por Igualdade. Um cartaz berra “Liberação do Homem: Homens são mais do que Objetos de Sucesso” (eu sou o objeto embaixo de “Objetos” – Eu não me lembro de ninguém nos acusando de sermos objetos de sucesso!).

À esquerda, “Vamos compartilhar o cuidado das crianças”. À direita, “Liberação dos homens – Homens não são só objetos de sucesso”. Sob a palavra “Objects”, Warren Farrell.

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Em 2012:

Sou convidado para falar na universidade de Toronto pela Canadian Association For Equality (CAFE). A CAFE está entre as primeiras tentativas na América do Norte de transformar a discussão de gêneros no campus de monólogo para diálogo. Eu falaria da crise dos meninos.

Ou não?

Os feministas do Socialist Workers Party (SWP, Partido dos Trabalhadores Socialista) combinam com outros grupos feministas para rasgar centenas de cartazes anunciando o evento – a maioria poucas horas após serem colocados. O SWP rotulou a CAFÉ como um grupo MRA (Em português, ADH – Ativistas dos Direitos dos Homens). Eles rotularam todos os eventos de ADH como de discurso de ódio, criando uma racionalização não para um protesto, mas para bloquearem as entradas para minha apresentação.

Aproximadamente 100 protestantes formam uma barricada, impedindo muitos estudantes e membros da comunidade de ouvirem minha fala, sujeitando aqueles que insistiram a suportar viciosos insultos e, por forçarem uma hora de atraso, exaurir a paciência de outros.

Os protestantes alegaram violência policial. Por acaso, Steve Brule estava filmando um documentário. Ele documentou a autocontenção da polícia e a violência dos protestantes – protestantes empurrando e xingando os policiais (“Sua escória F(…)dida”). O vídeo de Brule se tornou um viral (mais de 300 mil visualizações). É preciso vê-lo para absorver emocionalmente o que emergiu em nossos campi.

Geralmente protestantes têm lá suas razões – Se eles estão protestando contra discurso de ódio, enquanto alguém argumenta por liberdade de expressão, nós podemos todavia ver o ódio no discurso e simpatizar com o sentimento do protesto. É justo, portanto, ver se há ou não algum ódio – ou mesmo insensibilidade – no discurso. Esta é a palestra que os feministas bloqueavam em sua totalidade:equiadade no brasil

A atmosfera de misandria enfrentada por seu filho

Era novembro de 2012. O que aconteceu nos meses seguintes é um documentário verídico da atmosfera que seu filho enfrenta quando ele entra em um campus universitário na América do Norte, Austrália e na maior parte da Europa.

Na primeira, ou nas duas primeiras semanas, ele é obrigado a participar de um programa sobre estupro de primeiro encontro, mas nada sobre a comunicação em primeiros encontros; lá por outubro, ele encontra, “mês de conscientização do câncer de mama”, mas nunca ouve falar de um “mês de conscientização do câncer de próstata.” Se envolvido na governança estudantil, ele tem acesso a fundos estudantis significativos para centros e palestras sobre as questões femininas, mas não há dinheiro para os centros de estudantes dos homens ou palestras sobre questões masculinas.

Se o seu filho é heterossexual, ele pode em breve manifestar interesse em uma mulher que está frequentando uma disciplina ou graduação em Estudos sobre a mulher e vê-la assiduamente pesquisando documentos sobre a forma como o patriarcado consiste em homens que fizeram as leis para beneficiar os homens em detrimento das mulheres – mas, para ele, não há disciplinas de estudos sobre os homens, programas ou graduações. Ele pode saber que ela está com uma bolsa de estudos para encorajar as mulheres em engenharia, matemática ou as outras profissões tecnológicas, matemáticas e científicas; se ele for observador, ele vai notar que, apesar de alguns homens se formarem em ciências sociais, ele não vai encontrar um único homem com bolsa de estudos destinada a incentivar os homens a entrar em serviço social, psicologia ou outras ciências sociais.

Seu filho logo vai encontrar muitas mulheres que estarão trabalhando em artigos científicos e teses sobre os interesses especiais das mulheres (por exemplo, o sufrágio das mulheres), mas praticamente nenhum em interesses especiais dos homens (a crise dos meninos; paternidade; direitos de guarda dos filhos). Se o seu filho é um bom rapaz, ele vai rever seu material sobre os problemas das mulheres (por exemplo, a violência doméstica contra as mulheres), mas provavelmente nunca verá um artigo sobre os problemas dos homens (por exemplo, o suicídio; expectativa de vida; descartabilidade; recessão masculina; a violência domestica contra os homens; falsas acusações; estar psicologicamente à deriva).

Cumulativamente, isso cria uma atmosfera de preconceito contra homens, recentemente conhecida como misandria. Não fosse essa misandria, nenhum dos seguintes eventos poderia ter se ocorrido após o bloqueio feminista:

A castração oficial de questões masculinas no Canadá

A Federação Canadense de Estudantes (CFS) é a maior organização estudantil no Canadá e o órgão de coordenação nacional que supervisiona a maior parte das associações de estudantes canadenses. Não há equivalente nos EUA. Em 2013, o CFS aprovou uma resolução que proibia grupos ou clubes de questões masculinas ou direitos masculinos sobre em seus campi canadenses afiliados.

As consequências na vida real? Em primeiro lugar, neste segundo semestre, o seu filho ou filha provavelmente nem saberá sobre esses clubes e, portanto, das suas ideias – porque eles não serão capazes de inscrever estudantes no campus (Tais clubes existem em apenas uma grande universidade nos EUA – Universidade Estadual de Montana em Bozeman). Em segundo lugar, se ele ou ela encontrarem um, é provável que seja ineficaz porque não pode receber apoio acadêmico de atividades estudantis para ajudar a financiar as suas atividades e em terceiro lugar, seu clube não receberia qualquer apoio na promoção das suas atividades (por exemplo, criação de cartazes). O efeito cumulativo? Seu filho vivenciaria a falta de legitimidade do grupo. Especialmente em seu primeiro ano de seu filho ou filha, a falta de legitimidade pode ser uma força potente.

Suponha, porém, você tem uma filha que é uma inconformista e deseje iniciar um clube que incorpore a compaixão pelos homens. Sarah Santhosh e uma amiga, Anjana Rao, parecem se encaixarem nesse perfil: elas fizeram uma solicitação para começar um grupo do estudantil – a Associação para a Igualdade de Ryerson – na Universidade Ryerson, uma grande universidade orientada para carreiras em Toronto. No seu pedido, eles mencionaram o seu grupo iria refletir a sensibilidade com as questões dos homens – bem como às das mulheres.

Resposta? O Diretório da Administração do Diretório de Estudantes de Ryerson foi imediatamente convocado e aprovou uma resolução preventiva que qualquer grupo examinando gênero inclusivo do “o conceito de misandria” seria considerado como “negando a necessidade de centralizar as vozes das mulheres na luta pela igualdade de gênero”… E portanto proibido no campus.

Tradução: Sim, as vozes das mulheres devem ser ouvidas acima de tudo, exceto no caso daquelas mulheres preocupadas com o sexismo contra os homens; essas vozes de mulheres devem ser silenciadas. Isso não deixou de ser percebido por Sarah Santhosh: “O irônico é que a minha voz está sendo silenciada.”

Essa resolução do Diretório de Estudantes de Ryerson foi ideia de algum aluno – talvez uma feminista radical? Não. O principal defensor foi Marwa Hamad, membro do corpo docente. Sua posição na Ryerson? Vice-presidente de Equidade. Será que o Diretório, pelo menos, permitiu um debate? Não houve debate, nenhuma discussão e nenhuma disputa. A resolução foi aprovada por unanimidade. Tudo isso aconteceu sem a ouvir Sarah e Anjana, as requerentes. Antecipou-se em uma reunião agendada com Sarah e Anjana e o Comitê de Grupos de Estudantes.

Isso me fez refletir. Naquela foto de 1972 do “objeto de sucesso”, nós éramos um bando de hippies marchando na rua, na esperança de uma igualdade de gênero que beneficiaria ambos os sexos – o que chamei de um “movimento de transição de gênero” que nos libertaria do rígido papel de “objeto de sucesso” do passado, permitindo que os papeis fossem mais flexíveis para nossos futuros.

Desde o primeiro dia, os departamentos de Estudos sobre a Mulher pularam essa parte – e foi para o feminismo marxista com seu paradigma “homens são opressores / mulheres são oprimidas”. Ao longo dos últimos trinta anos esse modelo se expandiu a partir do contexto politicamente correto de gênero nas principais universidades, cujos professores são tipicamente mais radicais, para as universidades mais vocacionalmente orientadas, como a Ryerson, que no passado quase não tinham sido afetadas pelo feminismo do tipo marxista.

Mais recentemente, porém, o que Ryerson representa é a expansão do feminismo radical, de aprovado por professores institucionalizado. Assim, uma feminista radical de Ryerson como vice-presidente da Universidade, representando, ironicamente, a Equidade. E como a calda na panqueca institucional, uma vez que a calda esteja embebida nela, ele não pode ser removido sem a instituição ser deformada. Neste caso, silenciando as mulheres em nome de dar-se voz às mulheres. Tudo isso pago pelo contribuinte.

A resposta da Universidade de Toronto

Na primavera de 2013, a Canadian Association for Equality combinou uma professora de Estudos sobre a Mulher a favor de uma abordagem positiva sobre a masculinidade nos Estudos sobre a Mulher. Os grupos feministas interromperam sua apresentação acionando um alarme de incêndio. Dê uma olhada aqui:

O Diretório Estudantil de Toronto respondeu às manifestações cumulativas com um “Conselho sobre Sexismo”. Tudo bem, então?

Primeiro sinal de alerta: nem um único representante de qualquer grupo com uma perspectiva positiva sobre masculinidade foi convidado a falar. Ao contrário, a única palestrante convidada, Danielle Sandhu, apoiou imediatamente um membro da plateia que disse: “nós sabemos que há infiltrados.”

Sandhu, então, desafiou quaisquer membros de grupos de ADH (Ativistas dos Direitos dos Homens) para identificar-se, dizendo: “Eles deviam simplesmente sair, eu poderia apontar com o dedo…” Sandhu falou não só como o único orador convidado, mas como o ex-presidente da União dos Estudantes da Universidade de Toronto, patrocinadora do evento.

A Sociedade para Consciência de Questões dos Homens (University of Toronto Men’s Issues Awareness Society – UTMIA) tinha, de fato, enviado dois representantes, com o entendimento de que, como um conselho aberto, público, sobre sexismo promovido pela União dos Estudantes e pago por taxas pagas pelos estudantes, que tinham não só o direito de participar, mas a obrigação.

O apoio de Sandhu ao comentário sobre os “infiltrados” e seu desafio para saírem ou seriam apontados aparentemente incitou membros da audiência, que gritaram: “aponte-os” e “Os faça ficarem desconfortáveis.”

Como os dois representantes não saíram, um vice-presidente da associação de estudantes, Guled Arale, descrito pelos representantes da UTMIA como alto e grande, abordou-os e, segundo eles, os intimidou a saírem de seu espaço pessoal e repetidamente os disse para sair. Quando um representante disse que ele estava apenas tentando ouvir, lhe foi dito que isso não era um diálogo, era para planejar estratégias para parar os ADH e sua presença fazia os organizadores desconfortáveis. Um representante saiu imediatamente. O outro representante foi informado de que ele realmente não tinha opção senão ir embora e depois de protestar por esse ser um evento estudantil aberto, ele, no entanto, se retirou.

Qual era essa “elaboração de estratégias”? Um representante do Grupo de Pesquisas de Interesse Público (OPIRG) sugeriu uma “abordagem militante.” Embora OPIRG seja financiado por taxas obrigatórias para atividades estudantis, a mulher sugeriu “fazer este campus inóspito para essas pessoas.” Como? Descobrindo “onde moram.”

A administração da Universidade de Toronto está de alguma forma disciplinando os manifestantes – por exemplo, pelo menos lhes cobrando pela necessidade aumento em segurança criado pelos protestos no campus? Ao contrário. O Gabinete do Vice-Reitor e alunos simplesmente decidiu cobrar da UTMIA – não dos manifestantes – uma taxa de segurança preventiva obrigatória de $964 dólares, caso houvesse protestos em seus eventos novamente.

A Universidade de Toronto não está apenas culpando a vítima ao multar a vítima. Está dando aos agressores o incentivo para continuar os protestos para derrotar a UTMIA por falência, já que a UTMIA não recebe das taxas estudantis. O procedimento da administração é quase como multar o centro de mulheres por um aumento de estupros no campus.

Qual é a situação da “equidade” de gênero nos Campi dos EUA?

Para me atualizar sobre o status da “equidade” de gênero nos campi dos EUA eu procurei os ativistas dos dois lados: do das questões masculinas e também a Michael Kimmel, a força dominante em questões masculinas – da perspectiva feminista.

É uma lacuna de ricos e pobres. Apenas as questões masculinas tratadas pela perspectiva feminista recebem financiamento de qualquer significância de sua universidade ou de uma fundação. Tanto a Universidade Stony Brook quanto outras fundações estão dando um financiamento adicional de 300.000 dólares para começar, vindos da Fundação John D. & Catherine T. MacArthur para estabelecer o primeiro Centro para o Estudo de Homens e Masculinidades. O centro será dirigido por Michael Kimmel, um homem feminista e distinto Professor de Sociologia.

A perspectiva de Michael Kimmel é indicada pelo título de próximo livro, Angry White Men (“Homens brancos raivosos”). Como sociólogo , Michael , se o contexto fosse diferente, sem dúvida seria o primeiro a detectar a extraordinária riqueza da máquina feminista versus a virtual indigência dos homens que desejam definir e redefinir-se sem o controle do prisma feminista marxista.

Embora o próprio Michael tenha alguma empatia por questões dos pais, o conselho consultivo do Centro é até agora, quase 100% de líderes feministas – feministas como Gloria Steinem, Jane Fonda e Eve Ensler. Talvez a fama e onipresença nos campus universitários da peça de Eve Ensler, Os Monólogos da Vagina, simboliza o monólogo do sexo no campus. Como Guled do “conselho sobre sexismo” na Universidade de Toronto deixou muito claro para o jovem solicitando um diálogo, “Não é um diálogo.” É, precisamente, um monólogo da vagina.

Como são questões dos homens, tal como definido pelas feministas, diferentes das questões dos homens tal como definido por outros homens (por exemplo, o suicídio, e as outras questões mencionadas acima)? Questões masculinas, conforme feministas definem, exigem reconhecendo do patriarcado e a predisposição de poder que dá aos homens, que incentiva os homens a confiscar esse poder. Uma vez que os homens são vistos como tendo o poder, a violência doméstica é vista como a expressão do poder masculino, deixando as mulheres de fora quando iniciam (daí a lei de violência contra a mulher, mas nenhuma lei da violência contra os homens). Através deste prisma feminista expande-se a definição de estupro e estupro heterossexual, mas ignora estupro carcerário; enfatiza uma maior contribuição das mulheres para o trabalho doméstico e o cuidado das crianças, mas trata a maior contribuição dos homens para a renda como privilégio masculino, em vez de contribuição masculina.

Que eu saiba, nenhuma pessoa que tenha tido uma perspectiva não feminista sobre estas questões recebeu financiamento de universidade ou fundação, ou alcançou o nível de Distinto Professor de Michael em qualquer departamento de ciências sociais em qualquer universidade os EUA ou do mundo. Nem os meus contatos, nem meus e-mails de leitores em todo o mundo foram capazes de identificar os estudos de um único curso de homens – e certamente nenhum programa ou graduação – que não estivesse sob o controle feminista.

Há sete revistas acadêmicas na área de estudos da masculinidade feministas, e uma – e recente – no campo de estudos dos homens que não é controlada por feministas. É a New Male Studies. Seu editor é Miles Groth, professor da Wagner College que construiu sua reputação sobre a filosofia existencial de Martin Heidegger. A conexão entre Heidegger e estudos de gênero: ambos sentiram as verdades originais buscadas foram perdidas durante a busca.

Uma transição de homens como problema para problemas dos homens é possível?

Se o foco do feminismo está em homens como o problema, existe uma maneira de fazer a transição para os problemas dos homens?

Tem dois caminhos potenciais: uma financeira; a outra, legal.

De forma semelhante, depois Bret Burkholder, do Pierce College, extraiu dados de faculdades em todo Estado de Washington e descobriu que estudantes do sexo masculino tinham cerca de quatro vezes mais probabilidade de ser dispensados do que as mulheres em todas as faculdades do estado, ele não teve nenhum retorno quando ele apresentou isso como um problema masculino. Isso também teve de ser apresentado como um problema de retenção.

Burkholder e Shelley enfrentaram um problema semelhante ao enfrentado por pessoas que tentam encontrar uma cura para a AIDS. Só quando foi reformulado como uma doença que poderia ser também contratado por heterossexuais e mulheres foi catalisada empatia e financiamento se materializou.

Tendo aprendido com isso, Burkholder moldou seu trabalho menos como sobre os homens, por si, e mais, por exemplo, como sendo sobre os veteranos, o que passa pelo filtro do patriotismo, ou trabalho com pais solteiros, já que as beneficiárias são crianças.

Esta abordagem, embora ganhando força, ainda é lenta. Como Shelley coloca, “a premissa ainda é os homens são o problema e não os homens têm problemas.” E isso vindo do homem que dirige um dos três únicos centros para homens universitários (Os outros são na Universidade de Oregon na Lone Star College – Kingwood, na área de Houston, recém-aprovado em 2013). E quanto a organizações de direitos dos homens com a aprovação de faculdades, o único que eu sou capaz de identificar é a nova afiliada da National Coalition for Men na Montana State University, em Bozeman.

O Caminho Legal

Quando eu terminei uma partida de tênis com o homem que era na época o presidente Northwestern University, ele expressou um fascínio com a minha apresentação a ele o estranhíssimo tema das questões dos homens. O nosso diálogo subsequente foi assim:

Warren: Você poderia fazer de Northwestern a universidade do mundo pioneira de um programa definindo as questões dos homens.

Presidente: Há! Eu estaria aniquilado pelas feministas antes de eu chegar à primeira base.

Warren: Existe alguma maneira você poderia criar um programa desse tipo, sem ser aniquilado?

Presidente: (Pausa) Hmmm, bem, na verdade sim. Se a universidade fosse processada por violação do Título IX por não equilibrar estudos femininos com os estudos masculinos… Então eu seria capaz de apoiar algo em nome da salvação da universidade. Eu seria mais um herói do que um vilão.

Empoderar as mulheres, seja no trabalho, esportes, ou internamente, é uma virtude. Mas demonizar os homens e desvalorizar a família corrói essa a virtude. As relações homem-mulher não são sobre opressores e oprimidos. Homens e mulheres têm trabalhado juntos e morrido juntos no barco da família que navegaram nas águas da sobrevivência. Quando um ou outro sexo ganha unilateralmente, ambos os sexos perdem. O barco da família afunda.

Nós não precisamos de um movimento das mulheres demonizando os homens, nem um movimento dos homens demonizando as mulheres. Precisamos de um movimento de transição de gênero para a transição dos papeis rígidos do passado para papeis mais flexíveis para o nosso futuro.

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